A criação da campanha é dos publicitários Flávio Medeiros, Alexandre Motta e José Luiz Vaz, presidente e diretores do Clube de Criação do Rio de Janeiro (CCRJ), respectivamente. Em linguagem informal, ela apresenta dados da corrupção no Brasil como se fossem os resultados de uma grande empresa, a Corrupção S.A. Esta companhia fictícia - uma das maiores do mundo - movimentaria cerca de R$ 380 bilhões por ano em negociações ilícitas, recursos que poderiam ser usados para construir 2.112 hospitais, 80.160 casas populares ou pagar quase três milhões de salários mínimos.
A campanha é composta por um filme que será veiculado em TV aberta, spot, outdoors, anúncios para mídia impressa e online e o website www.empresalimpa.org.br.

Os anúncios e outdoors exibem os resultados dos negócios realizados pela Corrupção S.A.: imagens de leitos de hospitais lotados, favelas e desabrigados. As outras peças - o filme e o spot de rádio - convidam os expectadores a visitarem o site da “empresa”, onde um corruptômetro - uma espécie de calculadora mostra - segundo a segundo - o que poderia ser feito com estes recursos se o cenário no Brasil fosse diferente.
A assinatura da campanha é: “Ou o Brasil acaba com a corrupção ou a corrupção acaba com o Brasil”.
Enviada pelo Victor > Valeu











