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16
março
2010
6:11 pm
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Categoria Estudantes no anuário do Clube de Criação de São Paulo

O Clube de Criação de São Paulo inova e inclui nas páginas do seu 35º Anuário a Categoria Estudantes.

Você que é estudante universitário, ou frequenta um curso de extensão, pode participar. Para isso leia o briefing, crie quantas peças quiser, inscreva-as (veja o valor da inscrição no Regulamento) e aguarde o resultado.

Os trabalhos serão julgados por diretores do CCSP. A peça vencedora será publicada no Anuário e seu autor irá ganhar um troféu, bem como a faculdade ou escola em que estuda terá direito a uma Estrela.

As inscrições vão de 20 de março a 20 de abril de 2010.

Para participar, leia o regulamento, e o briefing que foi formulado pela Volkswagen, Empresa do Ano do 34º Anuário.

Dúvidas: ccsp@ccsp.com.br ou 11 3030-9322.

Amanhã, quarta-feira dia 17, haverá um evento às 18h no Twitter do CCSP – @CCSPoficial – apresentando a nova categoria e tirando dúvidas.

18
fevereiro
2010
3:49 pm
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A resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que regulamenta a venda de produtos de conveniência e medicamentos em farmácias entra em vigor hoje, mas sem validade completa. Cerca de 60 mil drogarias conseguiram autorização judicial que as desobrigam a cumprir a medida, o que, segundo a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), corresponde à maioria das farmácias do Brasil.

A resolução proíbe a venda de produtos alheios à saúde, como comidas e bebidas, e determina que os remédios sem prescrição médica fiquem atrás do balcão. Para a Abrafarma, isso restringe o poder de escolha do consumidor, que terá mais dificuldade de comparar preços.

Além disso, de acordo com a associação, a proibição da venda de produtos alheios à saúde poderia provocar alta nos preços. “Hoje, a venda de produtos de conveniência ajuda a subsidiar os preços baixos de medicamentos”, diz Sérgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma. Para ele, o Brasil está indo na contramão de outros países. “No mundo inteiro, a farmácia amplia seus serviços. Só o Brasil restringe a sua atuação.”

Já o Conselho Regional de Farmácia de São Paulo defende o cumprimento da RDC 44/2009. O diretor do órgão Pedro Menegasso acredita que a função da farmácia tem se desvirtuado. “Trata-se de estabelecimento diferenciado, pois lida com produtos que, se mal administrados, podem matar. Não dá para prestar um serviço de saúde adequado no meio da bagunça que virou a farmácia.” Menegasso relata conhecer drogarias que vendem até bebida alcoólica.

Via Estadão

3
fevereiro
2010
7:01 pm
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Mídia externa próxima ao aeroporto na Copa da Alemanha com Oliver Kahn

As pretensões publicitárias das empresas patrocinadoras da Copa do Mundo de 2014, que acontece aqui no Brasil, e o projeto Cidade Limpa, que combate a poluição visual em São Paulo, parecem antecipar uma guerra anunciada. A Prefeitura da cidade já informou que vai manter a Lei durante o evento e que não há espaço para ceder na questão.

Na última Copa, em 2006 na Alemanha, as cidades foram enfeitadas com pôsteres gigantes de jogadores, que encobriam edifícios inteiros e até rodovias, mas, com a lei paulista contra a poluição visual, a maior e mais rica cidade do país pode bloquear as pretensões das empresas em lucrar com cartazes dos atletas espalhados pelas ruas.

Segundo a diretora de Meio Ambiente e Paisagem Urbana da Emurb (Empresa Municipal de Urbanização), Regina Monteiro, a Emurb está montando uma comissão para tratar especificamente da questão publicitária durante a Copa do Mundo, mas, segundo ela, isso não quer dizer que haverá uma liberalização desordenada para as empresas anunciarem.

Segundo a diretora, nem mesmo a sucessão na prefeitura, que terá eleições em 2012, dará a “mínima chance para mudar essas regras”.

Porém, para empresas que investem muito dinheiro em marketing, o que o Cidade Limpa proporciona é insuficiente. A Adidas, patrocinadora oficial da Fifa, realiza atualmente sua publicidade em São Paulo com placas de menos de um metro quadrado em jardins e canteiros mantidos pela empresa, obviamente muito pouco para as pretensões de qualquer conglomerado de grande porte durante uma Copa do Mundo.

O gerente de comunicação da Adidas, Paulo Ziliotto, afirmou que, em eventos como o Mundial, deve haver espaço para uma flexibilização, adequando as cidades à grandiosidade da competição.

Caso a prefeitura permita que grandes peças publicitárias sejam expostas durante o Mundial de 2014, pode abrir o precedente para outros eventos, mesmo de menor porte, pleitearem tal liberdade.

A Nike é outra grande empresa interessada no direito de usar a cidade para expor sua marca durante a Copa do Mundo. Patrocinadora oficial da seleção brasileira, a companhia há tempos já planeja projetos visando o Mundial do Brasil.

Uma fonte da empresa, que não quis se identificar, afirmou que a Nike procurará os mesmos direitos da Adidas para explorar os espaços públicos, sendo esses direitos amplos ou restritos.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Fifa informou que “não há um parágrafo” no acordo entre a entidade e as cidades que imponha cotas de publicidade ou impeça a exploração do espaço público.

Via R7


toys-r-us

Bonecas para elas e carrinhos para eles. Desde que nascemos, existe uma série de brinquedos nas prateleiras esperando por nosso interesse. No entanto, tudo que é rosa não foi feito para pertencer a um garoto e tudo que não tenha rosa como uma das cores não foi feito para pertencer a uma garota. Essa definição é tão antiga que nem pensamos em contestá-la, mas algumas crianças suecas decidiram desafiar essa rotulação e tudo que ela representa.

No ano passado a “Toys ‘R’ Us” (na tradução literal, “Brinquedos Somos Nós”), multinacional norte-americana de brinquedos, publicou um catálogo de Natal direcionado aos pais das crianças, para que estes escolhessem os presentes de fim de ano. No entanto, um grupo de estudantes suecos da 6ª série repreendeu a empresa por discriminação de gênero e a denunciou à Reklamombudsmannen (Ro), uma entidade criada para policiar o marketing e a publicidade do país e garantir que eles estejam de acordo com as ordens estabelecidas pela Câmara de Comércio Internacional (ICC).

De acordo com o jornal sueco The Local, o Ro emitiu um comunicado afirmando que os jovens da escola Gustavsland, da cidade de Växjö, veem no catálogo da empresa “papéis de gênero atrasados, onde meninos e meninas são mostrados brincando com diferentes tipos de brinquedos, mas os meninos são retratados como ativos e as meninas como passivas”. E não é com pouco conhecimento de causa que os estudantes adquiriram esta percepção. Segundo o professor do grupo explicou ao Smålandsposten, jornal local, a reclamação seguida de denúncia foi uma consequência de mais de dois anos de estudo dos alunos em cima dos gêneros e de como eles são retratados.

As crianças também deram sua palavra ao jornal, demonstrando sua percepção sobre o catálogo da “Toys ‘R’ Us”. O garoto Hannes Psajad, de 13 anos, declarou que estava preocupado com a mensagem da publicação e contou que ele e sua irmã sempre dividiram os mesmos brinquedos. “Garotinhas com coisas de princesa e, por outro lado, garotos vestidos de super-heróis. É óbvio que você é afetado por isso”, completou.

E não parou por aí. O Reklamombudsmannen analisou o caso, concordou com as crianças e emitiu uma reprimenda pública à grande varejista de brinquedos, alegando que no catálogo do Natal de 2008 da empresa realmente há discriminação de gênero. Em comunicado, o Ro completa: “O catálogo, em todas as suas páginas, retrata a escolha de brinquedos e jogos para crianças de uma maneira limitada, e esta exclusão de garotos e garotas para diferentes tipos de brinquedos é, em si mesma, degradante para ambos os sexos”.

Pelo visto, agora as empresas terão de tomar mais cuidado ao desrespeitar crianças. Moa Averin, também pertencente ao grupo de alunos contra a discriminação de meninos e meninas, chegou a ressaltar ao jornal local a importância das crianças terem a possibilidade de serem quem elas quiserem, “mesmo se garotos quiserem brincar de princesa às vezes”.

Via Delas – Texto de Renata Losso.

20
agosto
2009
12:03 pm
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ronaldo_sbt

A campanha que o jogador Ronaldo fará para o Grupo Silvio Santos, que foi noticiada e depois suspensa, entrará no ar no SBT tão logo o jogador a grave, após se recupar da lipoaspiração a que se submeteu. Mas ainda não há qualquer data definida. Daniela Beyruti, diretora geral do SBT, explicou que a participação do atleta na campanha é parte integrante do contrato assinado com o Grupo SS junto ao Corinthians, e que desde o início foi ponto pacífico entre as partes – por conta das regras estabelecidas nos contratos entre os clubes de futebol e as TVs – de que nem o atleta poderia ser astro para o SBT, nem logo da emissora poderia estampar a camisa do time.

No entanto, na percepção do próprio Ronaldo, as notícias divulgadas de que o atleta seria garoto-propaganda do SBT teriam o efeito imediato de fazê-lo perder espaço na programação de linha da Globo. Mais do que estrelar campanhas, o grande projeto do jogador é voltar à Seleção Brasileira – e para isto, ele necessita também angariar maior exposição positiva de sua imagem.

No último final de semana, o atacante do Corinthians entrou no ar em uma nova campanha publicitária da Ambev, para a cerveja Brahma. Com o título de “O Sabor de ser Brahmeiro”, o comercial coloca Ronaldo junto com o cantor Zeca Pagodinho e o gari Renato Sorriso.

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