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17
julho
2008
9:33 pm
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Uma portaria publicada nesta semana pela prefeitura de São Paulo estabelece multa de R$ 5.000,00 para empresas flagradas distribuindo panfletos na cidade.

Caso se constate que o folheto se refere a um empreendimento imobiliário, o alvará de execução da obra, ou do plantão de vendas, será cassado. A medida é permitida por duas leis; uma é a Cidade Limpa, que proíbe propaganda em vias públicas. A outra é a Lei 14.517, que impede a distribuição de material impresso publicitário em locais públicos.

A partir de agora, agentes que encontrarem anúncios de qualquer tipo nas ruas da capital paulista devem acionar um fiscal da subprefeitura da região. Se a publicidade estiver em faixa, banner ou totem, a multa sobe para R$ 10.000.

13
julho
2008
11:57 pm
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A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara aprovou a proposta que proíbe qualquer tipo de publicidade dirigida a menores de 12 anos e restringe aquelas destinadas ao público adolescente. A proposta segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e, se aprovada, ainda precisa passar por avaliação do Senado.

O projeto, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), proíbe a veiculação de comunicação que faça uso de linguagem infantil, efeitos especiais e excesso de cores, trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança, pessoas ou celebridades com apelo entre o público infantil, personagens ou apresentadores infantis, animação, bonecos, promoção com distribuição de prêmios ou de brindes colecionáveis e promoção com competições ou jogos com apelo ao público infantil.

O texto aprovado também proíbe qualquer tipo de publicidade durante, 15 minutos antes ou depois, de programação infantil ou programa que tenha audiência em sua maioria constituída por criança. Também fica vetada a participação de crianças nas ações publicitárias, exceto em campanhas de utilidade pública.

O projeto de lei restringe a veiculação de “merchandising” durante programa de entretenimento dirigido ao adolescente e proíbe a indução, “mesmo implicitamente, de sentimento de inferioridade no adolescente, caso este não consuma determinado produto ou serviço” e o uso das palavras “somente” e “apenas” junto aos preços dos produtos e serviços, entre outros itens. O texto prevê multas entre 1 mil e 3 milhões de Ufirs em caso de infração.

26
junho
2008
1:13 am
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O designer Philippe Starck acertou com a BBC para estrelar um reality show em 2009 no mesmo formato do já conhecido Aprendiz. No programa de Starck o prêmio será um estágio no estúdio do designer.

Em uma primeira fase, 25 aspirantes a designer vão disputar 10 vagas num curso ministrado por Starck em Paris. Na segunda fase, os 10 participantes vão lidar com projetos reais e serão eliminados um a um. O vencedor ganha 6 meses de trabalho no estúdio de Starck. O programa está em produção e vai ao ar em 2009.

26
junho
2008
1:04 am
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A agência Dialeto, especializada em estratégias de comunicação focadas em mídia social (conteúdo gerado pelo usuário), acaba de conquistar duas novas contas. Para o Grupo Schincariol, fará o monitoramento nas redes sociais (blogs, fóruns, sites de relacionamento) de todas as submarcas: as cervejas Nova Schin, Primus, Glacial, Nobel, produtos não-alcoólicos, além da Cintra e a artesanal Eisenbahn, as duas últimas aquisições da empresa.

Com a Natura, a Dialeto utilizará o SocialMonitor, software de monitoramento do boca-a-boca em redes sociais. O objetivo é pesquisar os produtos da marca e atributos relacionados, como a sustentabilidade. “A idéia é entender qual o cenário atual da Natura junto aos seus consumidores para que possamos traçar planos de ação que visam criar a comunicação, potencializar o cenário existente e corrigir caminhos que não reflitam a realidade das empresas”, adianta Renato Abdo, CEO da Dialeto.

Dica do Fabio Chiorino da XPress

5
junho
2008
10:11 am
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Publicidade, Consumo e Meio Ambiente. Este foi o tema de um dos painéis apresentados no Intercom Sul (Encontro de Estudos Interdisciplinares da Comunicação) que ocorreu durante este fim de semana em Guarapuava. O evento reuniu mais de mil e cem pessoas entre estudantes e profissionais de todo o país e até do exterior. Mas afinal, o que uma coisa tem a ver com a outra? O publicitário Ricardo Schrappe da Fuego Comunicação Criativa explica: “O crescimento econômico global nunca esteve tão estreitamente ligado à degradação do planeta”.

Segundo ele, trata-se de uma questão de consumo. “Consumo que é o combustível do capitalismo, que encontra na publicidade, claro, a sua faísca”, reflete o profissional. Mas o consumo existe porque existe demanda, e a demanda não pára de aumentar porque tem cada vez mais gente no mundo. Segundo dados do último relatório divulgado pela ONU e IBGE, a população mundial, que hoje é de 6,1 bilhões de pessoas, deverá chegar a 9,3 bilhões em 2050, um crescimento de 50% e que deverá ocorrer, principalmente, nos países em desenvolvimento, que concentrarão, em 2050, 85% da população mundial. Para atender toda essa gente, em suas necessidades mais básicas, é preciso produzir, antes de qualquer coisa, mais comida. Aí é preciso produzir mais roupa, mais casas, mais hospitais, mais escolas, mais ruas e assim por diante.

Para produzir mais é preciso usar mais matéria-prima, mais metal, mais carvão, mais carne, mais boi, mais pasto, mais energia, reduzindo assim as reservas naturais e conseqüentemente prejudicando o equilíbrio do ecossistema. Segundo Schrappe o problema nunca foi tão nítido e a culpa, obviamente, recai sobre a publicidade. “Ela tem culpa, mas também tem um papel fundamental para a sociedade que é o de disseminar informações úteis sobre produtos e serviços, orientar, gerar empregos, tornar as coisas mais baratas e as mídias mais independentes”. Schrappe também argumenta que na maioria das vezes a publicidade tem o papel de dirigir o consumo para o produto anunciado em detrimento de outro que não anunciou. “Nesses casos, o consumo existiria de qualquer maneira. Cabe à publicidade diferenciar pela comunicação produtos que são cada vez mais parecidos entre si”.

Desenvolvimento sustentável
Mas a complexidade da questão vai mais longe, afinal não é a publicidade que vem fazendo produtos cada vez mais descartáveis. Segundo Schrappe, “não é a publicidade que vem diminuindo o conteúdo dos produtos. E também não é a publicidade que infesta os lixões com bandejinhas de isopor usadas para expor carnes, frios, frutas e legumes nos supermercados”.

O publicitário explica que é esta reflexão que leva ao paradoxo pós-revolução industrial: “gente sem emprego é problema social. Gente com emprego é problema mundial”. Para ele, a única saída viável é através do desenvolvimento sustentável. Para que isto ocorra é preciso haver a conscientização de cada um até a mudança na cultura empresarial.

Ao redor do mundo, também proliferam-se movimentos que buscam equacionar o problema do crescimento econômico com a degradação do planeta. Um deles é o BAWB – Business as an Agent of World Benefit, ou “negócios em benefício do mundo”. Criado em Cleveland (EUA), em 2002, este movimento busca identificar e promover casos de empresas que conseguem ser lucrativas ao mesmo tempo em que trazem benefícios concretos para as comunidades em que atuam.

Em Curitiba, será realizado o Global Forum América Latina, entre os dias 18 e 20 de junho. O evento inédito vai reunir líderes empresariais, acadêmicos, membros do governo e da sociedade civil para discutir as mudanças necessárias na cultura e nos modelos de ensino das escolas de administração. O objetivo é garantir que a próxima geração de líderes já saia dos cursos de graduação, pós e mestrados, orientados e capacitados para o desenvolvimento sustentável.

De quem é a culpa?
O publicitário Ricardo Schrappe defende que não é a publicidade que vem diminuindo o conteúdo e o formato dos produtos, confira alguns exemplos:

- O requeijão cremoso já pesou 270gramas, passou para 250g. Hoje a maioria tem 220 ou 200g. Até pouco tempo atrás o copo de requeijão era de vidro, e podia ser reaproveitado. Hoje o copo é de plástico e tão pequeno que vai para o lixo, porém não foi a publicidade a responsável pela alteração.

- O tempo de decomposição do isopor no meio ambiente é indeterminado. As bandejinhas usadas para expor carnes, frios, frutas e legumes nos supermercados são feitas exatamente desse material. Pense nisso da próxima vez que for fazer compras.

- Não é a publicidade que põe amônia no cigarro para aumentar a ação viciante da nicotina. Mas ela ajudou a vender cigarro e a formar uma cultura tabagista, mostrando imagens de pessoas bonitas, saudáveis, ricas e felizes. A publicidade neste caso tem culpa por disseminar um produto excessivamente nocivo à saúde. A lei hoje proíbe propaganda de cigarro.

- Os produtos hoje são cada vez mais descartáveis. Via de regra, duram três dias além da garantia. Como consertar sai quase tão caro quanto comprar um novo, o antigo acaba indo para o lixo.

- Não é a publicidade que cria computadores mais potentes ou celulares mais modernos a cada três meses. Ela cria o desejo de compra. Quem precisa ou acha que precisa vai lá e compra e o velho ou seminovo muitas vezes acaba indo para o lixo.

Dica da Marília Bobato da IEME Comunicação

5
junho
2008
10:06 am
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A Adidas quer atingir a liderança do setor de roupas e material esportivo na Ásia e na América Latina a partir de 2010. O presidente da empresa, Herbert Hainer, anunciou que a companhia quer alcançar vendas de US$ 5,4 bilhões em toda a Ásia em 2010, passando a ser a número um na Ásia, na América Latina e na Europa.

A Adidas é atualmente a segunda maior do setor, atrás da Nike.

Fonte: Máquina do Esporte

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